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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Consumismo no Brasil e no Mundo - Grupo 3 (Maria Eduarda, Jade e Vitoria)


Fim de semana passado estava assistindo TV com meu irmão, estava passando um especial sobre a vida pessoal de uma cantora famosa de quem não me recordo o nome. De acordo com a repórter, a cantora possuía mais de 30 pares de sapatos. Fico me perguntando por que tudo isso se ela só tem dois pés? Então meu irmão resmungou algo do tipo: “Só mulher mesmo para comprar tanto sapato para nada”. Aquilo me chamou atenção. Mais tarde naquele mesmo dia pesquisei um pouco e descobri coisas que não sei se preferia saber ou não.
Afinal, quem nunca ouviu falar de consumismo? A verdade é que esse assunto já foi tão banalizado que não se presta mais atenção em como isso afeta o mundo. A verdade é que o mundo de hoje é controlado pelo dinheiro, e quem tem esse dinheiro? Em geral países capitalistas desenvolvidos. Estranho dizer isso já que o maior número de fabricas da Nike, por exemplo, se encontra na África do Sul (país que não se deve chamar de desenvolvido). Então  por que os a África do Sul é tão pobre?
O dinheiro do lucro arrecadado com as fábricas em outros países vai para a matriz, ou seja, países desenvolvidos. Mas não seria bem mais fácil ter as fábricas lá mesmo? Não, porque em um pais subdesenvolvido, a mão de obra é mais barata e a vigilância com as leis é bem menor, portanto com o corte de custos nas duas áreas de maior gasto, é bem mais produtivo e inteligente se montar uma linha de produção em um país subdesenvolvido. 
Mas o resultado disso tudo é a exploração de mão de obra não licenciada, ou seja, infantil ou quase escrava, o maior número de produtos no mercado e consumidos e conseqüentemente mais lixo. E nós alimentamos, essas fábricas, essas marcas, esse poder dominante dos países desenvolvidos, por consumir cada vez mais produtos que sabemos não ter importância e que jogaremos fora mais tarde. A porcentagem dos produtos que permanecem em nossas casas durante os primeiros seis meses é de 1%! Isso significa que 99% das coisas que compramos são jogadas fora antes de completarem 6 meses! E a cada momento que passa nós vamos ficando mais fúteis e consumistas, se preocupando somente com o que não tem e “precisa” ter, e sem enxergar o que realmente importa.
Por: Maria Eduarda, Jade e Vitória (Grupo 3)

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